sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

A ou B


Camping Selvagem ou Camping Estruturado?

Nem precisa me responder; E na boa, pouco importa qual você gosta.
No nosso querido grupo Campiratas, entendemos por camping toda a forma de convívio e hospedagem ao ar livre, seja em barraca, motor home, trailer, carcamping, carreta barraca, selvagem, camping clube, camping estruturado, improvisado entre tantas outras formas de acampar.

Chega de polarizar debates. Fazer levante com bandeiras do tipo: Nós contra eles.
Toda essa onda de vermelho conta azul, esquerda ou direita, deus ou diabo, masculino ou feminino, vinho ou cerveja, montanha ou mar, religioso ou ateu, Globo ou Record, funk ou rock, Anitta ou AC/DC, Miami ou Osasco, ou, ou ou...

A nossa beleza sempre veio da pluralidade, mistura e coexistência.
Não façamos daqui o que já foi feito em muitos lugares por ai.

Não sejamos binários, onde as únicas respostas possíveis são: “Concordo” ou “discordo”, “sim” ou “não, “curto" ou "detesto”.
Permita-se refletir, aceitar, dar o braço a torcer, e responder: “talvez”, ou então, “você tem razão”.

Dividir é diminuir, e o “umbigocentrismo” não nos leva a lugar algum.
É como eu li outro dia: "Em tempos onde se discute por tudo, quem te faz sorrir vale o dobro".

Explore, conheça novos campings, converse, visite, acampe e descubra novas formas de ser feliz praticando o tão adorável campismo. Mas se não quiser fazer isso, tudo bem; Fique com o camping que você encontrou e adorou, ou então sem camping mesmo.
Não há uma regra para ser classificado como o melhor ou pior. Os requisitos dependem de cada praticante. O que para você não é legal, talvez para outro seja apaixonante exatamente como é.

Há quem goste de estruturas básicas(banheiros bons e um gramado legal já bastam), há os que adoram estruturas básicas combinadas com lazer (piscinas, toboáguas, saunas, salão de jogos, fliperamas, etc) e ainda os que preferem ficar sem estrutura alguma em meio a mata selvagem. Todas opções são válidas !
Agito ou paz, tranquilidade ou festas, monitoria para crianças ou liberdade para elas escolherem o que querem fazer, contato com natureza ou platôs cimentados, conversas até altas horas ou silêncio total, bebedeiras ou retiros religiosos, sombra farta ou campo aberto sem árvores, gramado ou areia, pias ou torneiras, nivelado ou inclinado, banheiro equipado e limpo ou simplão mesmo, papel higiênico fornecido ou levado de casa, numa barraca tecnológica caríssima ou numa improvisada, com quiosques de apoio ou não, permitido fogueiras ou nem pensar, quadras para jogos ou riacho calminho, pé na areia ou no mangue, pernilongos ou carrapatos, borrachudos ou escorpiões, funcionários sorridentes ou sequer funcionários, na boa; Daria para ficar escrevendo o dia todo o que pode-se encontrar em campings por ai.

O bonito do campismo no Brasil é justamente essa diversidade de espaços disponíveis. Há opções para todos os gostos, nos mais variados preços, localidades, estruturas, formas de campismo, etc.
Não vamos brigar e/ou torcer para transformar toda essa linda pluralidade em um único padrão. Afinal, o melhor camping é aquele que você gosta ! E pode ser qualquer um desse mais de 5 mil camping diferentes que temos ao nosso dispor.

Viva a liberdade de escolha.


#SomosTodosCampiratas


quarta-feira, 1 de junho de 2016

Mais sobre o MEI16




>>> IMPORTANTE PARA TODOS QUE VÃO NO MEI16 <<<

Estamos todos muito empolgados com essa edição do Mini Encontro de Inverno.
Ao que tudo indica, o MEI16 será maravilhoso, maior, cheio de alegria e gente bacana, como sempre foram nossos encontros.
O nosso arraiá é uma parte simples, porém muito importante para a integração.
Para não cobrar nada de ninguém, optamos por um Arraiá Coletivo, onde cada família ou grupo trás pratos de doce ou salgado (ou ambos), as bebidas que forem consumir, cadeiras para sentar e muito papo para bater.

Para não ocorrer de muitos repetirem os mesmo pratos e transformar a nossa festa em festa da paçoquinha. Peço para que cada família ou grupo preencha esse pequeno formulário: https://docs.google.com/forms/d/1DeTvWfgGTpQtRVOjb2SBxgC-EJm9hGMyXiFKcqxUEPY/viewform


Muitos perguntem: “E sobre as quantidades, quanto levo?”
Resposta: Traga uma quantidade bacana, compatível com quantos familiares ou amigos virão com você nesse rateio. 
Tudo será maravilhoso como sempre foi. Nas edições passadas tivemos milho cozido pois um casal trouxe dezenas e mais dezenas de espigas e cozinharam num tamborão. Noutra vez 4 famílias se juntaram e fizeram muitos hot-dogs. Já fritaram bolinhos caipiras na hora. Tivemos 3 versões diferentes de vinho quente. E por ai vai.



Perguntas e respostas sobre o MEI16, assistam:

Não conhece o grupo Campiratas? Então acesse: https://www.facebook.com/groups/campiratas/

Já está no grupo? Então acesse a página do evento:
https://www.facebook.com/events/829732477157097/?active_tab=posts

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

+ 4 vídeos do Camping Repórter



E o Camping Repórter não para. Publicou recentemente mais 4 vídeos, confira:

Obrigado amigos

Bastidores do Camping Lyrimar

Apresentando o Rei das Caipirinhas

O famoso caso do "seca virilha"

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Alguma coisinha você vai aprender...



Não há nada mais satisfatório do que descobrir/aprender !

Sou um autodidata diagnosticado e praticante. Dedico bons esforços na busca por conteúdos, na absorção e interpretação deles.
De modo cognitivo continuo me interessando por praticamente qualquer assunto e, modéstias à parte, posso afirmar com grande assertividade que dificilmente um assunto não vai me interessar e que eu não tenha algo para comentar sobre tal.
E vou além, não acho que isso seja uma virtude particular; Acredito que qualquer pessoa seja assim, basta que o estímulo correto, o ambiente, os questionamentos combinados com a inquietude se façam presentes.
Pode notar, com a internet conseguimos respostas para quase tudo e fazemos uso praticamente diário disso.
Viu só, isso é aprendizado !

Você aqui agora lendo o meu blog é uma prova disso. Sua curiosidade e inquietude lhe trouxe até aqui.
E se mesmo no final de tudo, ao concluir essa leitura você julgar como ruim esse texto, pode acreditar, por mais fútil que seja um conteúdo, alguma coisinha você vai aprender !

Mas ao mesmo tempo em que tenho a certeza de que o ser humano é assim, aponto uma estatística bem desfavorável:
Tempos atrás escrevi num outro blog que mantenho, o Efeito Corporativo (http://efeitocorporativo.blogspot.com.br/), a seguinte afirmação:
“Na internet 90% dos usuários só consomem conteúdos (textos, vídeo, fotos, etc.), 9% repercutem (compartilham o que outros criaram) e apenas 1% cria. Note bem, apenas 1% de todos os usuários de internet colaboram criando conteúdos próprios, úteis e autênticos.

Por isso eu fico muito feliz sempre que vejo alguém tentando manter um canal no Youtube, ou um novo blog que surge, um site, um portal, posts legais em redes sociais, etc, etc.
Se você faz isso, parabéns: Está alimentando quem te alimenta.

Contribua com a internet, tente produzir alguma coisa e coloque no ar. Sem medo, sem vergonha de nada.
Eu aposto que você deve ter um monte de coisas legais para contar.

Afinal, como eu escrevi a pouco: “...por mais fútil que seja um conteúdo, alguma coisinha você vai aprender...”


Publique por ai, compartilhe por aqui (mande o link dos seus conteúdos que estão por ai aqui nos comentários).


Danilo.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pedacinho de chão temporário !



Morando em grandes cidades, quase sempre em apartamentos ou mesmo em casa quase que totalmente cimentadas, temos pouco contato com o que o nosso instinto valoriza.
Nos divertimos com eletrônicos, internet, redes sociais, dispositivos, aplicativos e tudo mais. Porém, quando estamos num ambiente tão natural e harmonioso, toda essa bobagem eletrônica fica em segundo plano.
Não somos tolos de abolir ou demonizar a tecnologia, ela está ai para nos ajudar e facilitar nossas vidas, fazemos bom uso dela. Porém o contato cara-a-cara, a natureza, as coisas reais, os valores humanos nunca vão ser substituídos por nenhum recurso hi-tech.

A foto acima mostra ilustra esse momento, 8 pessoas em rodinhas de bate papo.


Qual foi a última vez que você sentou numa cadeira sob um céu estrelado para bater qualquer papo com alguém?

E por fim, é sempre duro voltar para a rotina de concreto.


Últimos vídeos malucos do Camping Repórter

Últimos vídeos malucos do Camping Repórter:





Clique e assista a mais vídeos do Camping Repórter direto no canal do Youtube.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Não é um tchau, é um até logo !


Em nome dos Campiratas, com imenso pesar escrevo algumas linhas sobre o próximo feriado de 12 de outubro que está por vir:

Quem conhece o nosso modesto grupo, os Campiratas, sabe da nossa união, nossas origens e ações que ajudamos a organizar para expandir os relacionamentos com todos os campistas, grupos, campings. Prova disso foram os Mini Encontros e os VQQ que fizemos, deram certo, conhecemos um mundo de pessoas maravilhosas e aprendemos muito, muito mesmo e ainda temos o que melhorar.
Afirmamos com certeza que o evento OktoberCamping em Socorro/SP vai ser um sucesso histórico e maravilhoso. Temos convicção antecipada que esse evento vai se firmar no calendário do Campismo.
Além deste, outro evento igualmente idealizado e promovido com carinho é o MEP15 que vai acontecer lá em Búzios no RJ. Um lugar maravilhoso com pessoas maravilhosas. Sucesso com certeza.
Também, na mesma data haverá a festa do Chopp no CBB Clube dos 500. Tradicional, inclusivo e divertido.
Incrível ver como há opções para todos “pulando” do ambiente virtual para o mundo real.
Nossa vontade é de participar de todos esses eventos, mas ocorreu um problema conosco.
Não poderemos participar de nenhum desses eventos por conta de agenda de uns amigos, motivos pessoais (falecimento de amigos) de outros, por lotações, por alguns ficarem de fora, pela distância RJ/SP, por trabalho em manutenção de indústrias (que param produção em feriados), outros por falta de dinheiro, em resumo: Nossa trupe vai se dispersar nesse 12 de outubro e outros vão ficar de molho por vários motivos diferentes.
Além disso o nosso grupo não se organizou completamente e deixamos tudo para última hora. Erro nosso !
Somos o contrário disso !
Para terem ideia, estávamos planejando ir para o RJ de “busão fretado” e aparecer lá de surpresa, mas deu errado.
Na Oktober também os nossos planos foram por água abaixo.
Não é mimimi nem desculpinhas. São fatos que infelizmente não temos como controlar. Pena mesmo.

Estaremos distantes desses próximos eventos, mas torcendo de verdade para que todos sejam sucessos inesquecíveis, lindos e cativantes !
Todo evento campista é uma sementinha plantada em alguém que vai pela primeira vez (o famoso vírus do camping, nosso vício bom) ou então um reforço nos veteranos.
É o momento de abraçar os amigos, de fazer novas amizades, de brincar em grupo, de dar risadas, descontrair, comer, bebericar, não fazer nada.

Aguardamos as fotos e vídeos de todos para gente conhecer, mesmo que pela telinha.

Talvez a gente vai juntar nossos cacos em algum camping por ai, desfalcados e um pouco entristecidos.
Garanto que no próximo encontro que a “campingosfera” promover a gente vai estar lá.

Mas por favor, não nos julgue afirmando sermos panelinha, grupo fechado, não se misturam, e por ai vai.

Um forte abraço,

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Conselho aos pais



Foto: Marcos Pivari - Site Macamp

Tive uma infância sem regalias !
Meu pai sempre trabalhou demais e minha mãe se dedicava integralmente a cuidar de nós e da casa. Casa essa que sempre foi modesta, comprada com sacrifício por eles e que passei 95% da minha infância, adolescência e parte da vida adulta antes de me casar e pegar meu rumo.
Moradia paga em prestações e que, após sua quitação viveu quase que integralmente em reformas para ampliação e conservação.
Viajávamos muito pouco, sem férias pois precisávamos de dinheiro.
Não faltava nada para nós, porém definitivamente viagens não estavam entre as prioridades da família.

Poucas vezes em minha infância eu acampei. Talvez 4 ou 5, talvez até menos.
Mas é incrível como essas poucas vezes me marcaram para sempre.

Até hoje ainda me lembro do cheiro das tralhas que ficavam guardadas por tempos no porão de casa esperando para acampar. Aquelas lonas grossas, estruturas tubulares pesadas, armarinhos de madeira, etc.
Não que eu morasse isolado num apartamento na cidade, sempre tive contato com tudo, já que nos anos de 1980 tudo era mais legal para uma criança que via nas brincadeiras de rua e no SBT suas alternativas para entretenimento.
Mas lembro dos campings, do contato com grama, terra, areia, água. Lembro também da textura dos tecidos: Lona, quarto, mosquiteiros, piso. Daquele climão tenso e cauteloso que se criava ao conectar o botijão de gás ao fogareiro, das áreas enormes que tínhamos para explorar (Repararam todo espaço é enorme quando se é criança?). De comer em prato de alumínio, das lanternas com pilhas grandes, dos papos dos adultos que não entendíamos nada e é claro, das piscinas gigantes e incríveis.

Contei brevemente essas minhas lembranças para tentar convencê-lo a proporcionar essas experiências aos seus filhos. Tudo está mudado hoje em dia com barracas leves, tecnologia em produtos, campings estruturadíssimos, entre outros. Mas posso apostar que seus pequenos também vão lembrar com carinho de tudo que vão viver num camping.

Muita coisa mudou, mas nada está diferente !

Em tempo: A foto que ilustra esse post é de uma barraca parecida com a que tínhamos nos anos 80.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Camping Repórter 010 - Nova área para barracas do Camping Chapéu de Sol - Itu/SP.


Notamos que havia muita gente com dúvidas com relação à nova área para barracas do Camping Chapéu de Sol.
Então compartilhamos abaixo esse vídeo do Camping Repórter com a turma dos Campiratas.
E de quebra você aprende uma boa receita de doce de leite na churrasqueira, ‪#‎sqn‬ !
Confiram:

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Mais espaços para barracas


Pessoal, vejam só que legal.

Enquanto muitos campings Brasil afora diminuem ou extinguem suas áreas para a prática de campismo com barracas, o Camping Chapéu de Sol vai na contra mão dessa tendência tão ruim.

O Chapéu de Sol criou novas e amplas áreas para barracas muito boas além das já existentes.
Nós estivamos lá dando uma espiadinha nas obras e podemos garantir que vai ser excelente.

Então, com base no que pudemos ver, fazemos questão de divulgar o convite que o camping está fazendo para que todos compareçam no evento de inauguração que promete ser excelente.
Para mais informações entre em contato: contato@campingchapeudesol.com.br ou pelos telefones: (11) 4023-0127 ou (11) 96195-4578.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

Risadaria


Acampar com os amigos é... 

... dar risada do começo ai fim.
... se empolgar durante os preparativos ainda antes de sair de casa.
... trocar milhões de mensagens com os amigos que vão com você para organizar as coisas.
... não ter lá muita hora para sair de casa, afinal, carregar o carro pode ser uma tarefa que consome 20 minutos ou 2 horas.
... pegar trânsito infernal no horário do rush nas avenidas de cidade (Isso para o pessoal das grandes cidades)
... seguir pela estrada com o carro absolutamente tomado por tralhas e torcer para nenhum pneu furar e ter que tirar tudo em plena estada para substituir pelo estepe.
... chegar no camping de noite e ter que se virar para encontrar luz para ver se não vai montar seu acampamento em cima de algo indesejado.
... se matar revirando o porta-malas para encontrar aquela bendita malinha de ferramentas com a lâmpada, o bocal e o cabo para acender uma lâmpada.
... ver boa parte da turma lá e ter aquela leve sensação de que você foi o último a chegar e já perdeu boa parte da festa.
... ser reconhecido e cumprimentado em pleno gramado pelo pessoal que sequer você consegue identificar na escuridão.
... abrir uma cerveja gelada que alguma alma caridosa gentilmente vai te oferecer
... se organizar para tirar tudo do carro e começar a montar
... demorar 300 vezes mais tempo para montar as coisas pois seguirá conversando com a turma
... começar pelo mais importante, o churrasco e a cerveja
... olhar para o céu e dar palpite sobre a meteorologia (“Pelo que vi na estrada, se bobear mais tarde vai chover” ou “Nesse final de semana não vai chover nem a pau”)
... tropeçar em cordinhas e espeques
... procurar o banheiro porque está praticamente impossível segurar por mais alguns minutos (Pois a empolgação é tanta que não quer perder um segundo sequer de bate papo)
... sentir aroma de churrasco por todos os cantos do camping
... perceber que já passou o limite do horário para silêncio e ficar se controlando para não gargalhar
... pensar ser meia noite e ao olhar para o relógio descobrir que já são 4 da manhã
... acordar cedo no dia seguinte porque sempre tem um que acorda com as galinhas e começa a fazer algum barulho
... ou por perceber que está uns 60ª centígrados no interior da sua barraca
... ou ainda, por perceber que a sua bexiga está ao ponto de explodir
... tomar café e ficar conversando de pijama até 13h
... se trocar e passar protetor solar para ir para a piscina e ficar enrolando até o sol “baixar”
... lá pelas 17h notar que ainda não almoçou
... buscar gelo ou reabastecer o frigobar com mais cerveja
... debater com os amigos o que vão preparar para comer sabendo que claro, vai ser churrasco
... esquecer do relógio
... esquecer do celular
... esquecer da louça
... esquecer do expediente no trabalho
... esquecer dos problemas
... diante de qualquer problema: Primeiro dar risada, depois fotografar ou filmar e por fim, se der tempo, lamentar
... desmontar tudo com um pouco de desânimo e silêncio
... carregar o carro
... pegar trânsito nas estradas na volta (“Esse povo não tem o que fazer em casa não?” ou “Isso porque o país está em crise!”)
... relembrar as cenas engraçadas durante o caminho
... chegar em casa com o carro imundo de terra e/ou areia
... descarregar tudo e levar para dentro de casa
... já combinar a próxima acampada sentindo saudade
... compartilhar as fotos


terça-feira, 28 de julho de 2015

Todo campista é um pouco gambiarreiro !



Vivemos inventando coisas, estruturas de apoio, adaptações, manutenções, etc.
E é inevitável precisarmos de varetas de fibra de vidro. Pois elas são ligeiramente flexíveis, são leves e não estragam com facilidade.
Além disso, as varetas de barracas e de alguns gazebos quebram em certas situações que nos deixam na mão, pois ficamos sem saber onde comprar para repor (exceto Quechua que tem varetas de reposição nas lojas Decathlon).

Se você precisa de varetas com medidas especiais, há uma empresa que fabrica isso em São Paulo, a Fiberth.

Ligue lá e descubra o que eles podem fazer para ajudar: (11)   2674-8722
O e-mail deles é: fiberth@fiberth.com.br
O atendimento é feito de segunda até sexta feira das 08:00 às 18:00
O site é: www.fiberth.com.br
Eles estão na rua Dr. Edgard Magalhães Noronha, 778 - Vila Nova York, São Paulo/SP

Ah, não ganhamos nada para fazer essa divulgação. Sequer compramos algo com eles.
Apenas compartilhamos essa informação pois pode ser útil para muita gente.


Abração,

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Campiratas na TV Globo (EPTV)



No último evento dos Campiratas, o MEI, a equipe da afiliada da TV Globo para a região de Campinas, no interior do estado de São Paulo, esteve em nosso acampamento para a gravação do programa Mais Caminhos, apresentado pelo cantor Pedro.
Eu não estava presente naquele momento da gravação (sexta-feira à tarde, eu cheguei à noite), mas os meus amigos representaram muito bem a nossa trupe, dando um excelente panorama da nossa atividade de lazer predileta, o campismo com barracas.
Assim que o vídeo for para o ar, vou arrumar uma forma de colocá-lo aqui.
Por enquanto, segue a chamada para o programa que está no site do GShow (link para o texto completo no final desse post). Destaco um trecho ótimo:

"...Acampar em Família
Existe outra forma de acampar também, e o melhor, ficar em família. O Pedro Leonardo foi conhecer os “Campiratas”, um grupo de famílias que acampam em campings e dormem em barracas mesmo.
O Afrânio de Carvalho e sua família são de Indaiatuba (SP). Ele é um dos organizadores do “Campiratas”, que conta com 18 pessoas fora as crianças. “Um amigo nosso marcou uma acampada e esse grupo que foi se uniu muito e desde lá a gente não consegue acampar mais sozinhos”, conta Afrânio.


O Afrânio e sua família se divertem muito acampando com o pessoal do Campiratas (Foto: reprodução EPTV)

Todo mundo participa da montagem, e em poucos minutos tudo está pronto. Se você pensa que acampar em barraca é passar frio e fome e ficar sem tomar banho está enganado. Ali tem tudo para garantir o melhor conforto possível. Tem churrasqueira, geladeira, pia e até televisão. “O que você tem em casa você tem no camping”, disse o carioca e instrutor de autoescola Marcelo Conceição.

Os campings oferecem toda a estrutura necessária para garantir o conforto. Banheiro, chuveiro, lanchonete, quadras de esporte etc. são alguns exemplos.
O analista de sistemas, André Martinele, dá algumas orientações sobre o local a se montar a barraca. Segundo ele, é importante evitar lugares onde se acumulam poças de água de chuva, ficar atento se não é local de trilha de formiga, evitar locais em que se venta muito como praias e prender bem a barraca no solo.
E é claro que diversão não falta. Música, brincadeiras e churrascos fazem do ambiente do acampamento um local onde todos são uma só família.
Neste sábado (18), às 8h da manhã, no Mais Caminhos, você vai poder conferir todos os detalhes, dicas e histórias sobre acampamento, seja ele só para crianças ou em barraca com a família...".

Vai ao ar neste sábado: 18/07/2015 às 8h na EPTV.

Quem participou das gravações adorou!

Foram várias interações do apresentador com as crianças, com os campistas que já haviam chegado no #MEI15 e todo mundo lá presente.
Me disseram que o Pedro é um cara super bacana e que a equipe toda do programa também.
Para quem não conhece o Pedro Leonardo, ai vai uma breve apresentação:
Pedro Leonardo herdou do pai, o cantor Leonardo, talento e paixão pela música. Aos 15 anos lançou seu primeiro CD com o primo Thiago.  Foram dez anos na estrada. Em 2012, um grave acidente. Pedro renasceu e buscou novos caminhos na televisão. Hoje, através das reportagens do Mais Caminhos comemora a vida! Nascido em Anápolis (GO), hoje ele mora com a família em Rio Claro (SP).


Editado (20/07/2015): Assista ao vídeo abaixo:




terça-feira, 14 de julho de 2015

Camping visto por cima !


Meu amigo Afrânio tem uma daquelas câmeras pequenas que capturam imagens em grande angular, a tal GoPro. E ele leva a dita cuja sempre para as acampadas.

Num desses campings, enquanto bebíamos umas cervejas olhamos para ela e tivemos uma daquelas ideias de "girico" (ou seria "jirico", "jerico", "gerico"?), o Camping Repórter.
Dali começamos a captar o campismo por pontos de vista diferentes, sempre tentando manter o humor em reportagens e registros malucos.

Uma dessas ideias foi o Drone Repórter, a câmera voadora do Camping Repórter.
No último mini encontro de inverno dos dias 26, 27 e 28 de junho no Camping Carrion, o #MEI15, registramos algumas lindas imagens que você pode conferir no vídeo abaixo. São 18 minutos de sobrevoos: 


Se o vídeo não abrir, acesse através desse link: www.youtube.com/watch?v=put5yfl568o





terça-feira, 30 de junho de 2015

#MEI15 – Se cercasse virava hospício, se cobrisse virava circo !


Vista parcial da área de barracas do Camping Carrion durante o #MEI15

Não posso deixar de esboçar essas linhas a seguir, são um resumo do que foi o tal do #MEI15; o evento da alegria.

Tenho lá minhas dúvidas se esse não foi o melhor evento de campismo que já tenha ocorrido, vai saber.
Muita coisa bacana aconteceu, crianças correndo e brincando soltas, adultos interagindo, o dia, a noite, o sol, as estrelas, o frio e o vento, as músicas, cantorias ao violão, campeonato de churrasco, brincadeiras com pimenta (veja o vídeo clicando aqui), o almoço coletivo, o arraiá, as fotos, o drone, TUDO.

Diante de tudo que aconteceu, eu destaco a espetacular presença humana no evento.
Pensando bem, o evento em si não foi nada demais, quem deu um verdadeiro espetáculo foram as pessoas.
Em momento algum eu sequer tive notícias de algum stress, de alguma cara feia, de algum bafafá, de alguma fofoquinha.
O contrário, vi pessoas se abraçando, tirando sarro umas das outras sem melindres, celebrando a união, comemorando as novas amizades, bebendo, gargalhando, comendo juntas, rindo, fotografando e muito mais. Pessoas que nunca se viram na vida estavam tão integradas como antigos amigos.
Foi uma celebração ao estilo de turismo que tanto amamos, o campismo.

Mas acima de tudo, foi uma prova de que ainda adoramos conviver em grupo. De que o ser humano não se tornou aquele chato de carteirinha que vive dando patrulha virtual em nome das regras, da ostentação, da chatice do politicamente correto, da babaquice engessada dos padrões.
No #MEI15 havia gente bem rica e bem pobre, formandos e analfabetos, religiosos e ateus, de todas as raças, todas as ideologias, visões políticas, torcidas de futebol, etc. Nada disso importou, ninguém reparou nessas coisas tolas que só nos desgastam e nos torna mais doentes !
Foi a prova de que ainda temos saudade do tempo em que colocávamos as cadeiras na rua para conversar por horas com os vizinhos. Ou mesmo ver as crianças para lá e para cá falando alto e correndo sem se cansarem.
No MEI os adolescentes deixaram seus gadgets eletrônicos dotados de internet de alta velocidade guardados um pouco de lado, sem aquela famosa teimosia da idade que acha tudo um porre, tudo chato e desinteressante.
Todos entraram no espírito do campismo autêntico como se fosse em suas próprias festas, e era! A festa foi de todos!
Dos praticamente recém nascidos até à bisavó, todos se sentiram em casa.
Eu posso apostar que foi bem isso que aconteceu em cada uma daquelas barracas, gazebos e espaços.

E, mesmo muitos querendo me elogiar no dia do evento pelo evento. Reafirmo que, para mim, o #MEI15 não é meu, nem dos meus grandes amigos Campiratas que tanto me ajudam com tudo; É de todos !
Porém, se posso me orgulhar de alguma coisa é do resultado de algumas ideias que colocamos em prática.
Prova disso é que a maioria aprovou esse encontro e realizou uma verdadeira avalanche de comentários elogiosos, fotos maravilhosas e interatividade pós-evento.
Isso me deixou muito feliz, pois os meus únicos objetivos pessoais (talvez poucos saibam disso) com tudo isso, na contramão de tudo que vemos/lemos em redes sociais, são justamente 2 coisas: Promover a coexistência e a alegria.
Posso até estar no caminho errado, mas garanto que quero acertar.
No futuro posso vir a desistir, sei lá. Mas a sensação atual é de dever cumprido.

Já sinto saudades das 45 horas que estive no MEI15, e que venha o MEP15 (Multi Encontro de Primavera 2015) !

Em breve, no próximo post, vou divulgar fotos e vídeos dessa maluquice toda que eu tanto adoro !

Em tempo: Agradeço a minha esposa Rose, que durante o evento todo só pude ver por poucos instantes devido a correria. Patrícia e Afrânio do Afrapaty; Elen e Reinaldo; Thais e Marcelo do Camping a dois, Alessandra e Marcello da Malokada; Paulinha e Vitor, Juliana e Fábio Cerrito, Patrícia e Márcio Véio, Lia e Rodrigo Fogaça, Aline e Thiago; que estiveram conosco em praticamente todas as acampadas dos Campiratas.
Agradeço o Camping Carrion pelos brindes e todo o apoio prestado ao nosso evento. Esse pessoal é nota 1.000. Também à loja Arte na Mata pelos brindes. E também aos demais amigos que forneceram brindes para sortearmos.

E é claro, agradeço a todos os 139 amigos que participaram desse histórico e inenarrável evento, o MEI15.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Não tem graça






Um grupo de campismo adorado por nós e por muita gente foi extinto dias atrás.
Imediatamente nós (a Rose e eu) corremos para produzir esse vídeo abaixo.
Tanto corremos que a câmera ficou até fora de foco, esqueci de ligar o auto-focus da lente.
Acompanhe:


A ideia do vídeo acima fica evidente para qualquer um que assistir: Dar um toque de humor ao fato sem envolver pessoas; Apenas o fato em si, o fim repentino do grupo.

Muita gente gostou do vídeo, recebemos incríveis elogios que nos motivaram a seguir nessa linha cômica e produzir mais coisas. Porém, pouquíssimas pessoas, UFA! Não gostaram muito.

Toda e qualquer literatura sobre interatividade com audiência recomenda ignorar essas minorias e tratá-las apenas como um indicador para direcionar futuras produções.
Mas eu Danilo sou diferente, gosto de expor a forma que eu penso.
Podem notar, sou da paz, da turma do deixa disso, do diálogo, da alegria.

Então vou tentar explicar abaixo o que penso sobre humor:

esquete
no teatro de revista e em programas de rádio e televisão (e vídeos na internet), cena rápida e humorística.

Por experiência própria e por inúmeros casos que acompanhei, afirmo que a linha que divide o humor aceitável do mal gosto ou inapropriado é a mais tênue que existe.
Ai refleti: Será que é possível fazer humor sem afetar ninguém?

Damos risada de situações engraçadas, e situação engraçada normalmente é quando ficam expostas as fraquezas, erros, deficiências das pessoas.
Você pode até negar ai do alto do seu politicamente correto, mas no fundo sabe que humor bom de verdade é aquele que alguém sai ridicularizado, pode ser do presidente da república de algum país até mesmo o próprio autor.
Ninguém faz piada de árvore, esquete sobre papel sulfite, sitcom de paralelepípedo ou charge de nuvens.
Para a coisa ser engraçada, é preciso personagem, normalmente humano (ou humanizado, no caso dos animais, quadrinhos, etc. <Tipo: “A galinha que chegou no céu e falou...”, ou o “Pintinho sempre reclamava que nasceu sem...”>).

Claro que não sou a favor de sair humilhando pessoas, desfilando preconceitos ou então julgamentos precipitados.
O humor tem que ser consciente do que é agradável e realmente faz as pessoas rir e se divertirem.
Apesar de um ou outro insistir em piadas de mal gosto, dificilmente alguém vai rir de uma piada com temas fortes como câncer por exemplo !

Porém, de uns anos para cá, em tudo há uma patrulha virtual politicamente correta.
Aqueles que, independente do que for produzido de forma cômica envolvendo algo ou alguém, isso vai ser motivo para que, mesmo sem reflexão alguma, tomem partido e se sintam ofendidos pelo conteúdo.

Alguém faz algo satirizando “A”, essa turma vai se autodenominar “A” e ir em defesa burra de “A”. Se faz algo satirizando “B”, a mesma turma vai se autodenominar “B” e vai em defesa ferrenha a favor de “B”.
Vejam o exemplo das televisões abertas. Parece que todo mundo tem obrigação de criticar Galvão Bueno, missa do Padre Marcelo, programas evangélicos, Exxxquenta, programa do jogador Neto, Faustão, Gugu, novela das 9, mini séries, propagandas, telejornais, programas de entrevistas, talkshows, TUDO.

Parece que nada presta na TV !
Ok, é capaz de você concordar com a frase acima. Mas espera, muitos desses programas são basicamente entretenimento, não outra coisa que você acha que deve ser.
Assim, se não gostou procure sua tribo. Há “zilhões” de conteúdos bacanas por ai, é praticamente impossível você não encontrar um que te agrade. Se isso acontece, procure ajuda médica especializada.

Penso que o pessoal envolvido com humor deve se preocupar em fazer suas produções de modo independente sem se preocupar muito com repercussão negativa, número de visualizações, essas coisas estatísticas.

Tem que se preocupar sim é com o pessoal que gostou.
Dessa forma, deu vontade de fazer algo? Faça ! Se surtir efeito sobre a maioria e essa gostar, significará que está no caminho certo.
Os que forem contra, uma hora vão evoluir para entender. E se isso não acontecer, tudo bem também, talvez eles estejam achando graça em algo que você não gosta.
É normal e, não gostar de algo não lhe obriga a criticar ou ir contra.
Não gostei e só isso, como não gosto do sabor de anis estrelado e nem por isso critico quem gosta, não sou a favor da extinção desse sabor, não preciso comentar abertamente em redes sociais, gerar polêmica em aplicativos de comunicação instantânea, etc.

Meus amigos e eu, que fazemos o canal Camping Repórter no Youtube, não somos humoristas, nem atores, nem produtores profissionais.
Apenas estamos bem situados em 2015 e entendemos que a internet é moderna e que as pessoas também devem ser. Que pertencemos a uma sociedade livre que nos permite novos pensamentos, e as pessoas também devem ser assim.

Não é o conteúdo de um vídeo que não tem graça, o que não tem graça é falta de humor !