segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Camping Villaggio Riviera - 01/2007

Fim de tarde no Camping Villaggio Riviera - 01/2007

Chega a ser triste imaginar como possivelmente está hoje em dia o camping Villiggio Riviera em  Ilha Comprida/SP.
O site deles não está mais no ar: www.villaggioriviera.com.br (site que ficou por 7 anos com um anúncio de vende-se oferecendo o local)

Pela internet, ninguém mais comenta nada, nem mesmo no excelente site do sempre guerreiro Marcos Pivari , o Macamp: /www.macamp.com.br/_Campings/SP-IlhaComprida-Riviera.htm há qualquer atualização ou comentário sobre esse que foi um dos campings mais bem localizados que eu já vi.
Quando estivemos lá em janeiro de 2007, a decadente e quase abandonada estrutura nos assustou um pouco.
Um camping completamente vazio e mesmo sem aparentemente ninguém por dias os banheiros estavam horríveis, pouca coisa funcionando e higiene da qual me recuso a detalhar.
Como este é meu primeiro post neste blog comentando efetivamente sobre um camping, quero deixar claro que não sou lá o que se pode chamar de exigente, chato ou coisa que o valha. Gosto de estruturas simples, não ligo para frescuras.
Mas o caso desse banheiro que citei, estava lamentável mesmo.

No mais, uma área de camping muito ampla e totalmente arborizada com pinheiros antigos e enormes. Um espetáculo de sombra diante de um mar e uma praia muito bacana.

Houve outro ponto ruim, a segurança. Quando chegamos pela noite de sexta-feira, não havia ninguém no camping, exceto um rapaz dormindo numa cadeira.
Chegamos, entramos, olhamos tudo e o rapaz sequer acordou.
O camping é todo murado em seu perímetro, porém um muro de menos de 1 metro de altura e um portão que fica sempre aberto.
Na lateral do terreno, havia aprox. 6 chalés para locação, até que bem arrumados, e no fundo do terreno um verdadeiro abandono geral no que demonstrava uma tentativa de expansão do negócio. Aproximadamente mais 6 chalés, todos abandonados em ruínas.

Exceto pelo banheiro e pela falta de segurança, o acampamento foi excelente.
Não tivemos qualquer problema com nada (não vou lembrar que minha esposa Rose esquecera a caixa com todas as comidas em casa, ou seja, por sorte a ilha conta com diversos mercadinhos, o que salvou nossa pátria – dá-lhe macarrão).


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